sexta-feira, 29 de junho de 2012

SCM - Gerenciamento da Cadeia de Suprimentos



A gestão da cadeia logística, também conhecida como gerenciamento da cadeia de suprimentos, gestão da cadeia de fornecimento, pipeline logístico ou rede logística, tem, desde o final dos anos 1980, ganhou bastante popularidade, apesar de existir confusão sobre o seu significado. Muitas pessoas utilizam esta noção como um substituto ou sinônimo de logística. No entanto, a definição de gestão da cadeia logística é mais abrangente que o conceito de logística. 


A gestão da cadeia logística é a integração dos processos do negócio do consumidor através dos fornecedores de produtos, serviços e informação, com o objetivo de acrescentar valor para o cliente. 


Na cadeia logística padrão, as matérias-primas são procuradas e os bens são produzidos em uma ou mais fábricas, transportadas para armazéns como armazenamento intermédio, e depois transportadas para os retalhistas ou clientes. As estratégias utilizadas para obter uma cadeia logística eficaz consideram as interações entre os vários níveis da cadeia logística, de forma a reduzir o custo e melhorar o serviço prestado. A cadeia logística consiste-nos fornecedores, centros de fabricação, armazéns e centros de distribuição, assim como matérias-primas, produtos no processo de fabricação, e produtos finais que circulam entre as fábricas. 

Assim a gestão da cadeia logística consiste numa série de aproximações utilizadas para integrar eficazmente fornecedores, fabricantes e lojas, para que a mercadoria seja produzida e distribuída nas quantidades ideais, na localização certa e no tempo correto, com o objetivo de satisfazer o nível de serviço e diminuir os custos ao longo do sistema. 

A cadeia logística não é composta apenas de movimentação de produtos físicos entre empresas. Envolve, também, o fluxo de informação e capitais entre as mesmas companhias. A comunicação é um fator chave para a manutenção e gestão da cadeia logística. Os membros da cadeia logística têm de fazer tudo o que estiver ao seu alcance para melhorar as operações da cadeia, pois são essas medidas que permitem reduzir os custos e aumentar as receitas.

sexta-feira, 15 de junho de 2012

Customer RelationShip Management (CRM)


O cliente é a principal fonte de rendimentos para as empresas. Atualmente com a mudança da economia devido à integração das novas tecnologias nas relações cliente-empresa, a concorrência torna-se cada vez mais acentuada e assim os clientes podem doravante dar-se ao luxo de escolher o seu fornecedor ou mudar com um simples clique. Os critérios de escolha dos clientes são principalmente critérios financeiros, de reatividade da empresa, mas igualmente critérios meramente afetivos (necessidade de reconhecimento, necessidade de ser ouvido,...). Assim, num mundo cada vez mais concorrencial, as empresas que desejam aumentar os seus benefícios têm várias alternativas:
• Aumentar a margem em cada cliente,                   
• Aumentar o número de clientes,
• Aumentar o ciclo de vida do cliente, ou seja, fidelizá-lo.
As novas tecnologias permitem às empresas conhecer melhor a sua clientela e ganhar a sua fidelidade, utilizando as informações que se relacionam com eles de maneira a delimitar melhor as suas necessidades e, por conseguinte, responder-lhes. 
Assim, provou-se que fidelizar um cliente ficava cinco vezes mais barato do que prospectar novos. É a razão pela qual um grande número de empresas orienta a sua estratégia para os serviços propostos aos seus clientes. 
O CRM (Customer Relationship Management, ou em português GRC, gestão da relação com o cliente) visa propor soluções tecnológicas que permitem reforçar a comunicação entre a empresa e os seus clientes, para melhorar a relação com a clientela automatizando as diferentes componentes da relação cliente:
• A pré-venda: trata-se do marketing, consistindo em estudar o mercado, isto é, as necessidades dos clientes e iniciar diligências. A análise das informações recolhidas sobre o cliente permite à empresa reexaminar a sua gama de produtos para responder mais precisamente aos seus desejos. O Enterprise Marketing Automatização (EMA) consiste, então em automatizar as campanhas de marketing.
• As vendas: A Automatização das Forças de Vendas (Sales Forces Automation, SFA), consiste em fornecer instrumentos de pilotagem ao comercial para apoiá-los nas suas diligências de prospecção (gestão dos contatos, dos encontros, das reações, mas também o auxílio à elaboração de propostas comerciais,...).
• A gestão do serviço clientela: o cliente gosta de saber que é conhecido na empresa e não suporta ter de recapitular, a cada contato, o historial da sua relação à empresa.
• O pós-venda, que consiste em fornecer uma assistência ao cliente, principalmente através da criação de centros (chamados geralmente Call centers, Help Desk ou Hot-Line) e através da disponibilização em linha de informações de apoio técnico.
O objetivo do CRM é estar atento ás esperanças do cliente para responder às suas necessidades e para fidelizá-lo. Um projeto de CRM consiste então em permitir a cada sector da empresa acessar ao sistema de informação, para estar em condições de melhorar o conhecimento do cliente e fornecer-lhe produtos ou serviços que respondem o melhor possível aos seus desejos.
A aplicação de soluções de CRM numa empresa não consiste unicamente em instalar um "software" ad hoc, mas em alterar a organização de toda a empresa, o que implica uma conscientização de um projeto de condução da mudança. Com efeito, a aplicação de uma estratégia de CRM impõe modificações estruturais, de competências e comportamentais.




Fontes: http://pt.kioskea.net/contents/entreprise/crm.php3
http://pt.wikipedia.org/wiki/Customer_relationship_management 
e Aulas de Novas Aplicações para Sistemas de Informação
Profº. Leandro


quinta-feira, 24 de maio de 2012

Tipos de Sistemas de Informações Empresariais

Conforme observamos  nas exposições de todos os temas tivemos enfatizadas as definições dos mesmos.
Os TPS ou SPT são sistemas de processamento de transação que permitem que as operações sejam agrupadas em uma única transação, que dá apoio a monitoração e a realização de negociações, dando suporte às atividades da organização empresarial, assegurando o movimento normal das operações comerciais. Devendo atingir objetivos  específicos como processar dados gerados por e sobre transações; manter um alto grau de precisão; produzir documentos e relatórios em tempo; aumento da eficiência do trabalho.
O Sistema de Fluxo de Trabalho é definido como sendo um caminho predefinido que determina o fluxo de informação na empresa; gerindo bem seus principais processos de negocio modelando e implementando os mesmos de forma estruturada podendo aumentar a produtividade, é acessado via web ou e-mail, realiza roteamento de trabalho.
ERP é um sistema de informação para gestão integrada de processos que cobrem todos ou parte dos negócios de uma organização e suas interações com as cadeias de fornecedores, clientes e governo. Emprega tecnologia cliente/servidor.
Os SAD são um termo compreendido em muitos tipos de sistemas de informação que suportam tomadas de decisões, desde  a extração de dados, passando pelo  armazenamento, uso de  modelos, interface e o próprio utilizador, possuindo componentes que  interagem entre si como sistema de linguagem, sistema de conhecimento e um sistema de processamento de problemas. Os SAD estão direcionados para ajudar os decisores a utilizar modelos de dados para identificar e resolver os problemas e no fim tomar decisões.


Fonte: Aulas de Novas Aplicações para Sistemas de Informações
Professor: Leandro Martins

segunda-feira, 21 de maio de 2012

Conceitos, Definição e Modelos de Processos de Software


Conforme vimos na Apostila Processos de Software; o modelo de processo de software é uma representação abstrata de um processo de software onde cada perspectiva é definida pela engenharia de software agrupando em fase as atividades a serem desenvolvidas produzindo várias entradas e saídas definindo quem faz o quê, quando  e como para atingir certo objetivo.
No modelo processo software sua definição esta relacionada com a redução dos problemas relacionados a treinamento, revisão e suporte à ferramentas; experiências adquiridas nos projetos  e a economia  de tempo. O modelo cascata tem como principal característica a sequencia de atividades onde cada fase transcorre completamente e seus produtos são vistos com E/S para uma nova fase.
As principais vantagens deste modelo são:
*Cada etapa segue uma sequência agrupada em tarefas;
*O cliente participa do projeto;
*Prever fazer alterações de forma  a contemplar alterações funcionais ou técnicas.
Suas desvantagens são:
*Dificuldade em acomodar mudanças depois de sua execução.
*Partição inflexível do projeto em estágios distintos;
*Dificuldade em responder as mudanças dos requisitos;
*Difícil adaptação para modelos linear sequencial;
*Cliente esperar resultado;
*Alto custo de correção dos específicos;
        Já o modelo espiral o projeto é atacado como uma serie de pequenos ciclos, cada um finalizando uma versão de software executável.
Entre suas vantagens podemos citar:
*Permite que  ao longo de cada interação se obtenha versões do sistema recorrendo a prototipagem;
*Permite a abordagem do refinamento seguido pelo modelo em cascata;
Entre suas desvantagens podemos citar:
*Exige considerável experiência na avaliação dos riscos e baseia-se na experiência para o sucesso.
*O protótipo pode não cumprir os  requisitos de desempenho.
*Pode levar ao desenvolvimento em paralelo de múltiplas partes do projeto.

Após a avaliação de risco um modelo de desenvolvimento para o sistema é relacionado, se os riscos da interface como o usuário forem dominantes, um modelo de desenvolvimento apropriado pode ser a prototipação. Se o principal risco for a integração de subsistema, o modelo de desenvolvimento em cascata pode ser o mais apropriado para a situação. Portanto, o modelo cascata deve ser usado apenas quando os requisitos forem bem compreendidos e houver pouca probabilidade de mudanças radicais durante o desenvolvimento do sistema. Uma abordagem evolucionária para desenvolvimento de software é frequentemente mais eficaz do que a abordagem em cascata na produção de sistemas que atendam as necessidades imediatas dos clientes.

Modelo Espiral

O modelo espiral completo está ilustrado na Figura. A dimensão radial representa o custo acumulado atualizado e a dimensão angular representa o progresso através da espiral. Cada setor da espiral corresponde a uma tarefa (fase) do desenvolvimento. No modelo original foram propostas quatro tarefas (fases ou quadrantes) ilustrada na Figura
Um ciclo se inicia com a "Determinação de objetivos, alternativas e restrições "(primeira tarefa) onde ocorre o comprometimento dos envolvidos e o estabelecimento de uma estratégia para alcançar os objetivos. Na segunda tarefa "Avaliação de alternativas, identificação e solução de riscos", executa-se uma análise de risco.
Prototipação é uma boa ferramenta para tratar riscos. Se o risco for considerado inaceitável, pode parar o projeto. Na terceira tarefa ocorre o desenvolvimento do produto. Neste quadrante pode-se considerar o modelo cascata. Na quarta tarefa o produto é avaliado e se prepara para iniciar um novo ciclo.


        A manutenção de um software utilizando este modelo de ciclo de vida é tratada da mesma forma que o desenvolvimento.  A razão para se colocar em discussão este modelo na disciplina engenharia de software está no fato dele chamar a atenção para vários pontos importantíssimos no desenvolvimento de software. Variações do modelo espiral consideram entre três e seis tarefas ou setores da espiral. Um exemplo são as regiões: Comunicação com o cliente; Planejamento; Análise de risco; Engenharia; Construção e liberação; e Avaliação do cliente.

Modelo Incremental

Os modelos de processo interativos como incremental apresentam um ciclo de atividades, que evitam um comprometimento prematuro em relação a uma especificação ou até um projeto.
A atividade de definir requisitos é fundamental, esta porta é que faz a coleta de dados para desenvolver o tipo de projeto.
A essência do processo incremental é que o cliente identifica facilmente os serviços que serão fornecidos pelo sistema e participa do processo de incrementar tanto a sua opinião.
Mais com tudo isso existe problema devido a sua relatividade incremental pequena sendo de até 20 mil linhas de código.
A vantagem de um processo de software baseado na abordagem evolucionaria é que as especificações podem ser desenvolvidas de forma incremental. No entanto a abordagem tem dois problemas, o processo não é visível, os gerentes precisam de produtos regulares para medir o progresso, a analise insuficiente do software, os usuários esperam um desempenho do software igual do protótipo, os clientes podem tornar-se unidos demais ao seus protótipos.
Exemplos de Modelos de processos de softwares que poderiam ser usados como base para gerenciar desenvolvimento de alguns sistemas:
* Sistema para controlar anti-bloqueador de sistemas de freios de um automóvel, usa-se o modelo evolucionário de prototipação. O modelo evolucionário é direcionado para sistemas complexos e pequenos.
* Sistema de realidade virtual para apoiar a manutenção de software, usa-se o modelo por componentes, basicamente um componente de realidade virtual para construir outro.
* Sistema de contabilidade de universidade que substitui um sistema existente, usa-se o modelo de desenvolvimento evolucionário exploratório.
* Sistema interativo que permite aos passageiros encontrar o horário dos trens por meio de terminais instalados nas estacoes, neste caso a solução mais viável e a junção do modelo cascata com o modelo por componentes.

Fonte: Aulas de Engenharia de Software e apostila de Processos de Software.

Sistemas de Informações Gerenciais - SIGs


Na atualidade o mundo vive na era da informação, exigindo das organizações uma gestão estratégica eficiente, a qual pode ser facilitada pela utilização de recursos inteligentes oferecidos pela tecnologia de informação e sistemas de informação.
A tecnologia da informação inovou o mundo dos negócios. Os processos empresariais precisam ser dotados de confiabilidade, eficiência e eficácia.
A tecnologia da informação é utilizada para melhorar o desempenho das atividades da empresa, e por consequência apoiar os processos empresariais.

SISTEMAS DE INFORMAÇÕES GERENCIAIS

Todas as funções da administração – planejamento, organização, liderança, e controle são necessários para o bom desempenho da organização. Para apoiar essas funções, especialmente o planejamento e o controle, são de destacada importância os sistemas que fornecem informações aos administradores. 
Esses sistemas de informações estão ligados ao sistema físico – operacional e surgem da necessidade de desenvolver as operações fundamentais da firma. Podemos dizer até que esses sistemas são criados automaticamente pelas necessidades de administração operacional.
Como exemplo: podemos citar: Os sistemas de informações de controle de estoque, de banco de dados de estrutura de produtos de processo de produção, de planejamento e controle da produção e etc...
Existem muitas definições do SIG, para nossos propósitos definimos como um método formal de tornar disponíveis para a administração, oportunamente, as informações precisas necessárias para facilitar o processo de tomada de decisão e para dar condições para que as funções de planejamento, controle e operacionais da organização sejam executadas eficazmente. O sistema fornece informações sobre o passado, o presente, e o futuro projetado sobre efeitos relevantes dentro e fora da organização.
O uso da palavra "formal" em nossa definição não pretende negar a importância da rede informal de comunicações no mecanismo de controle da organização. De fato, muitas vezes os administradores detectam problemas antes que apareçam nos relatórios formais de controle, porque estão sintonizados nos boatos. A capacidade dos administradores de manter canais eficazes de comunicação informal, de perceber as implicações das informações que esses canais transmitem, e de avaliar, decidir e agir rapidamente sobre essas informações amplia enormemente a utilidade da SIG.

A Importância do SIG para as Empresas

Geralmente há dificuldade para avaliar, de forma quantitativa, qual o efeito benefício de um sistema de informações gerenciais, ou seja, a melhoria no processo decisório.
Entretanto pode-se trabalhar com base numa lista de hipóteses sobre os impactos dos sistemas de informações gerenciais na empresa, o que propicia o executivo um entendimento, ainda que genérico, de sua importância.

Neste sentido pode-se afirmar que os sistemas de informações gerenciais podem, sob determinadas condições, trazer os seguintes benefícios para as empresas:
·  Redução dos custos das operações;
· Melhoria no acesso as informações, propiciando relatórios mais precisos e rápidos, com menor esforço;
·  Melhoria de produtividade, tanto setorial quanto global;
·  Melhoria nos serviços realizados e oferecidos;
· Melhoria na tomada de decisões, por meio de fornecimento de informações mais rápidas e precisas;
· Melhoria na estrutura organizacional, por facilitar o fluxo de informações;
·  Melhoria na adaptação da empresa para enfrentar os acontecimentos não previstos, a partir das constantes mutações nos fatores ambientais;
·   Otimização na prestação dos seus serviços aos clientes;
·  Melhor interação com seus fornecedores;
· Aumento do nível de motivação das pessoas envolvidas.
Os sistemas de informações como geradores de informações de caráter decisório, devem ser estabelecidos como processos de comunicação mediante os quais são fornecidos os elementos básicos para as decisões nos vários pontos da empresa.
O SIG auxilia os executivos das empresas a consolidar o tripé básico de sustentação da empresa: quantidade, produtividade e participação. A qualidade não deve estar associada apenas ao produto ou serviço final. A qualidade deve envolver o nível de satisfação das pessoas no trabalho, associado a uma quantidade de vida que se estenda à sua estrutura pessoal, familiar e social.
A produtividade não deve ser abordada como um assunto de tempos e métodos, de ergonomia ou de linhas de produção. Ela deve ir até o nível de produtividade global e consolidar a filosofia de comprometimento de todos para com os resultados parciais e globais da empresa.
Para que a empresa possa usufruir as vantagens básicas do sistema de informações gerenciais, é necessário que alguns aspectos sejam observados, entre os quais podem ser citados:
a. O envolvimento adequado da Alta e Média administração com o SIG;
b. A competência por parte das pessoas envolvidas no SIG
c. O uso de um plano-mestre.
d. A atenção específica ao fator humano da empresa
e. A habilidade dos executivos da empresa para tomarem decisões com base em informações.
f. O apoio catalisador de um sistema de controladoria (contabilidade, custos e orçamentos).
g. O conhecimento e a confiança no SIG.
h. A adequada relação custo X benefício.
Verifica-se que esses aspectos podem proporcionar adequada sustentação de desenvolvimento e implementação do SIG na empresa. E, por conseqüência, o potencial vantagens de um adequado SIG poderá ser mais bem usufruído pelos executivos da empresa.
Vale chamar a atenção para cinco suposições comuns e erradas que têm levado os sistemas de informações gerenciais a fracassarem como solução para todo o tipo de problema empresarial, a saber:
1. O executivo necessita muito de informações mais relevantes;
2. O executivo necessita das informações que deseja;
3. Entregues aos executivos as informações que ele necessita, suas decisões melhorarão;
4. Mais comunicação significa desempenho melhor;
5. Um executivo não tem que saber como funciona um sistema de informações.
Um Intuito de eliminar tais elementos, atualmente trabalha-se com os Sistemas em tempo real, de modo a proporcionar sistemas eficientes, devidamente integrados às decisões empresariais, assegurando a validade das ações.
Nos cenários da era da informação é de vital importância compreender as melhores práticas e aplicações das áreas de sistemas de informação e tecnologia da informação nas empresas.
O propósito básico da informação é o de habilitar a empresa a alcançar seus objetivos pelo uso eficiente dos recursos disponíveis, portanto, as informações podem decidir o futuro da organização.


Fonte: http://professores.faimi.edu.br/valdo/arquivos/6932_AdmSistInf.pdf
http://www.oficinadanet.com.br/artigo/738/tipos_de_sistemas_de_informacao_na_empresa
http://www.coladaweb.com/administracao/sistema-de-informacao-gerencial
http://www.abepro.org.br/biblioteca/enegep2007_tr640477_0080.pdf




quinta-feira, 10 de maio de 2012

Criptografia, Aplicações no Ambiente Computacional



Criptografia, Aplicações no Ambiente Computacional



Criptografia (do Grego kryptós, "escondido", e gráphein, "escrita") é o estudo dos princípios e técnicas pelas quais a informação pode ser transformada da sua forma original para outra ilegível, de forma que possa ser conhecida apenas por seu destinatário (detentor da "chave secreta"), o que a torna difícil de ser lida por alguém não autorizado. Assim sendo, só o receptor da mensagem pode ler a informação com facilidade.
A criptografia é tão antiga quanto à própria escrita, já estava presente no sistema de escrita hieroglífica dos egípcios. Os romanos utilizavam códigos secretos para comunicar planos de batalha. O mais interessante é que a tecnologia de criptografia não mudou muito até meados deste século. Depois da Segunda Guerra Mundial, com a invenção do computador, a área realmente floresceu incorporando complexos algoritmos matemáticos. Durante a guerra, os ingleses ficaram conhecidos por seus esforços para decifração de códigos. Na verdade, esse trabalho criptográfico formou a base para a ciência da computação moderna.
A Internet tem alterado o modo de nos comunicarmos, fazendo o uso da mesma para vários tipos de serviços como pagamentos de contas, movimentações bancárias, compras, etc. Todas estas atividades, além de muitas vezes serem mais produtivas e ágeis via Web, ainda nos possibilitam uma interação maior, seja com pessoas ou estabelecimentos comerciais. E assim, como no dia-a-dia, são necessários vários cuidados com a nossa segurança e de nossos bens para que não sejamos lesados.
Visando este aspecto, a criptografia tem se desenvolvido na busca de soluções cada vez mais seguras. Por exemplo, para que transações comerciais sejam efetuadas sem prejuízos tanto do lado do consumidor quanto para o lado do prestador de serviços, um dos quesitos principais é assegurar que algoritmos cada vez mais complexos e difíceis de serem decifrados por pessoas não autorizadas sejam aplicados.
Hoje existem vários algoritmos de criptografia sendo eles de bloco como: DES, 3DES, RC2, RSA entre outros, ou de fluxo como RC4, entre outros.
Um dos sistemas de criptografia mais populares é o RSA. Trata-se de um sistema de criptografia de chave pública que foi inventado em 1977 por Ron Rivest, Adi Shamir e Leonard Adleman, pesquisadores do MIT (Massachusset Institute of Techonology), utilizado tanto para cifrar quanto para autenticar dados. O algoritmo RSA faz uso de expressões com exponenciais, onde o texto é cifrado em blocos e cada bloco tem um valor binário menor que um número n, ou seja, o tamanho do bloco tem que ser menor ou igual a log² (n).
A principal vantagem do sistema de criptografia baseada em chave pública é a sua maior segurança em relação à criptografia baseada em chave secreta. Isto se deve ao fato que, no sistema baseado em chave pública, as chaves privadas nunca precisam ser transmitidas ou recebidas. No sistema de chave secreta, ao contrário, sempre existe uma chance de que um indivíduo não autorizado possa descobrir a chave secreta enquanto a mesma está sendo transmitida.
Outra vantagem do sistema baseado em chave pública é que este pode fornecer um método seguro para as assinaturas digitais. Em contra partida, apresenta como desvantagem uma velocidade mais baixa, pois o método de chave pública é mais lento na cifragem do que o método de chave secreta.
Para que a criptografia possa se tornar realidade, as aplicações e protocolos necessitam serem criados ou adaptados para trafegar dados seguros. Este processo demanda conhecimento altamente técnico, e muitas vezes, um investimento financeiro elevado de hardware e/ou software. Cada transação ou aplicação seja na Internet, ou em uma rede privada é um caso específico.

Fonte: http://www.aedb.br/seget/artigos07/1439_VERSAO%20FINAL-%20Aplicacoes%20da%20Criptografia%20em%20Ambientes%20Computacionais.pdf